Dispara o número de casos graves de jovens por Covid-19 no Brasil



Nos últimos meses, alguns fatores têm ajudado a mudar o perfil do paciente de Covid-19. O desrespeito às medidas de proteção e o surgimento de variantes do vírus são alguns dos motivos que contribuem para o aumento da incidência de síndromes respiratórias agudas graves (SRAG) entre jovens no Brasil.


Dados do boletim do Observatório Covid-19, da Fiocruz, mostram que, em 2021, casos graves e mortes de adultos jovens pela doença dispararam no país. Entre janeiro e março, o número de óbitos disparou 353% entre pessoas de 30 a 39 anos, e 419% na faixa etária dos 40 a 49 anos. Enquanto isso, segundo o Ministério da Saúde, os óbitos de pessoas com mais de 60 anos diminuíram. Na percepção de especialistas, uma das explicações para essa mudança é que muitos jovens perderam o medo da pandemia e não estão cumprindo as regras de isolamento, ficando cada vez mais expostos ao vírus. Ao mesmo tempo, boa parte da população da terceira já foi vacinada e tende a se expor menos.

Ainda, os médicos também suspeitam que a variante P1 possa ser mais agressiva, sendo capaz de provocar efeitos mais severos mesmo em organismos jovens e saudáveis. Outra percepção é de que os jovens demoram mais a procurar atendimento, tendendo a não valorizar tanto os sinais de piora. Com isso, muitos já chegam aos hospitais em estado grave, com avançado comprometimento dos pulmões.


Medidas essenciais

Os sintomas mais comuns da infecção pelo coronavírus são febre, tosse seca, dor de garganta e cansaço. A infecção também pode causar dores e desconfortos, diarreia, conjuntivite, perda de paladar ou olfato, erupções cutâneas e, nos casos mais graves, dificuldade de respirar ou falta de ar, dor ou pressão no peito e, até mesmo, perda de movimento.

Em média, os sintomas costumam aparecer em até cinco dias após o contágio, mas esse período pode levar até 12 dias. É por esse motivo que os períodos de isolamento e monitoramento sugerem o intervalo de 14 dias.


Para evitar novos casos da doença, é essencial que a população siga se protegendo no dia a dia, reforçando os protocolos de segurança, como higienização frequente das mãos com água e sabão ou álcool gel, uso contínuo de máscara e distanciamento de pelo menos 1 metro para outras pessoas.

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Fontes: Revista Saúde e Jornal O Globo

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